quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Um Objectivo por Mês
O meu primeiro desejo, aquele da primeira passa, é o meu objectivo do primeiro mês de 2010...os restantes onze desejos são só para mim... :)
Objectivo (Janeiro): Aprender a estabelecer limites: numa relação,o espaço é tão importante como a presença.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Amnésia!
As palavras prenunciadas nas dezenas de dias por que já passámos, os momentos partilhados, os olhares cúmplices, o empenho ou o trabalho feito é apagado da memória. Até aquilo que és, aquilo que sabem de ti, é esquecido. Mesmo que seja somente uma amnésia “por simpatia” ou “por conveniência”, tudo isso é colocado de lado no exacto momento em que fracassas. No momento em que estás demasiado esgotado para continuares, em que as palavras e os gestos não são os mesmos, em que não te empenhas nem trabalhas, não ajudas nem falas, não és tu nem és ninguém, simplesmente porque não consegues…mesmo que esse momento dure apenas umas horas e que voltes a ser tu nas horas seguintes… não importa. São essas as palavras, são esses os gestos que te vão definir, aos olhos dos outros, de agora em diante.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Só para a minha Madrinha Jú...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Gosto Tanto!
sábado, 21 de novembro de 2009
O Elefante Acorrentado
— Tens a certeza? — perguntou-me ele.
— Tenho! O que eu mais gostava era de conseguir sentar-me à frente dela e dizer-lhe o que sinto… Mas sei que não sou capaz.
O gordo sentou-se de pernas cruzadas à Buda, naqueles horríveis cadeirões azuis do seu consultório. Sorriu, fitou-me olhos nos olhos e, baixando a voz como fazia sempre que queria que o escutassem com atenção, disse-me:
— Deixa-me que te conte…
E sem esperar pela minha aprovação, o Jorge começou a contar.
Quando eu era pequeno, adorava o circo e aquilo de que mais gostava eram os animais. Cativava-me especialmente o elefante que, como vim a saber mais tarde, era também o animal preferido dos outros miúdos. Durante o espectáculo, a enorme criatura dava mostras de ter um peso, tamanho e força descomunais… Mas, depois da sua actuação e pouco antes de voltar para os bastidores, o elefante ficava sempre atado a uma pequena estaca cravada no solo, com uma corrente a agrilhoar-lhe uma das suas patas.
No entanto, a estaca não passava de um minúsculo pedaço de madeira enterrado uns centímetros no solo. E, embora a corrente fosse grossa e pesada, parecia-me óbvio que um animal capaz de arrancar uma árvore pela raiz, com toda a sua força, facilmente se conseguiria libertar da estaca e fugir.
O mistério continua a parecer-me evidente.
O que é que o prende, então?
Porque é que não foge?
Quando eu tinha cinco ou seis anos, ainda acreditava na sabedoria dos mais velhos. Um dia, decidi questionar um professor, um padre e um tio sobre o mistério do elefante. Um deles explicou-me que o elefante não fugia porque era amestrado.
Fiz, então, a pergunta óbvia:
— Se é amestrado, porque é que o acorrentam?
Não me lembro de ter recebido uma resposta coerente. Com o passar do tempo, esqueci o mistério do elefante e da estaca e só o recordava quando me cruzava com outras pessoas que também já tinham feito essa pergunta.
Há uns anos, descobri que, felizmente para mim, alguém fora tão inteligente e sábio que encontrara a resposta:
O elefante do circo não foge porque esteve atado a uma estaca desde que era muito, muito pequeno.
Fechei os olhos e imaginei o indefeso elefante recém-nascido preso à estaca. Tenho a certeza de que naquela altura o elefantezinho puxou, esperneou e suou para se tentar libertar. E, apesar dos seus esforços, não conseguiu, porque aquela estaca era demasiado forte para ele.
Imaginei-o a adormecer, cansado, e a tentar novamente no dia seguinte, e no outro, e no outro… Até que, um dia, um dia terrível para a sua história, o animal aceitou a sua impotência e resignou-se com o seu destino.
Esse elefante enorme e poderoso, que vemos no circo, não foge porque, coitado, pensa que não é capaz de o fazer.
Tem gravada na memória a impotência que sentiu pouco depois de nascer.
E o pior é que nunca mais tornou a questionar seriamente essa recordação.
Jamais, jamais tentou pôr novamente à prova a sua força…
— E é assim a vida, Damião. Todos somos um pouco como o elefante do circo: seguimos pela vida fora atados a centenas de estacas que nos coarctam a liberdade.
Vivemos a pensar que «não somos capazes» de fazer montes de coisas, simplesmente porque uma vez, há muito tempo, quando éramos pequenos, tentámos e não conseguimos.
Fizemos, então, o mesmo que o elefante e gravámos na nossa memória esta mensagem: «Não consigo, não consigo e nunca hei-de conseguir.»
Crescemos com esta mensagem que impusemos a nós mesmos e, por isso, nunca mais tentámos libertar-nos da estaca.
Quando, por vezes, sentimos as grilhetas e as abanamos, olhamos de relance para a estaca e pensamos:
Não consigo e nunca hei-de conseguir.
O Jorge fez uma longa pausa. Depois, aproximou-se, sentou-se no chão à minha frente e prosseguiu:
— É isto que se passa contigo, Damião. Vives condicionado pela lembrança de um Damião que já não existe, que não foi capaz.
»A única maneira de saberes se és capaz é tentando novamente, de corpo e alma… e com toda a forca do teu coração!
Jorge Bucay
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Eu gosto de sonhar!
“O meu sonho era ter um cão lavrador preto.” Maria, 8 anos.
“Ontem sonhei que era modelo e que estava a desfilar na “passerela”.” Natacha, 8 anos.
“O meu sonho era ser dono de mil lojas de brinquedos.” João, 8 anos.
“O meu sonho é ser cantora e aparecer na televisão” Joana, 7 anos.
“Quando tenho sonhos, o barulho das ondas ajuda-me a adormecer.” Maria, 10 anos.
“O meu sonho favorito era ser cavalo marinho.” Sara, 8 anos.
“O meu sonho era que os mares estivessem limpos.” Beatriz, 6 anos.
É fácil não é?
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Um Objectivo por Mês
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Um Objectivo Por Mês
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Eu Amo e Adoro a Praxe!!
Adorei ser praxada…de verdade! De coração! Sim chegava a casa cansadíssima, sim andava sempre toda suja, sim doíam-me os joelhos e as costas, sim por vezes sentia-me farta de ouvir ordens e gritos, sim não gostei de algumas coisas que me fizeram, de algumas pessoas que me praxaram. Mas corri, saltei, rebolei, gritei, cantei, sujei-me, atirei ovos, farinha e iogurte…diverti-me aos montes, ria-me das figurinhas que fazia…conheci as ruas, a história, os lugares e as pessoas de Leiria. Aprendi as músicas, os gritos e o orgulho em ser uma EB. Conheci semi-doutores, Doutores, Madrinhas e amigas que foram essenciais na minha adaptação e integração.
A praxe foi fundamental no inicio da “minha construção” em Leiria. A praxe, as festas, o Terreiro, o Beat, os Arraiais, os Karaokes, o baptismo, a bênção do caloiro…a recepção ao caloiro, a semana académica, os jantares…as tunas! Só quem passa por uma vida académica entende…só quem vive ao máximo o seu ano de caloiro sabe a sensação que é trajar… A Serenata foi sem dúvida um dos melhores momentos: vestir o Traje pela primeira vez, ouvir o “Linda Leiria” trajado…puder contar com amigos e familiares nesse momento!
Foi tudo muito rápido…tudo aconteceu a alta velocidade e tudo foi vivido com as emoções á flor da pele. Construi amizades que se vivem de forma muito intensa…somos uma pequena, mas grande, família em que é impossível descrever tudo o que é partilhado.
Enfim…ser caloira já lá vai! Agora a responsabilidade aumentou…sou eu que recebo caloiros com receios e expectativas, sou eu que dou a conhecer a escola, o curso, a cidade…são as minhas atitudes e a minha disponibilidade que fazem a diferença na sua construção…porque eu sei o que um pequeno gesto pode fazer…
Não é melhor nem pior, é apenas diferente. Continua a mexer com as nossas emoções, continua a ser especial, mas já estamos “do outro lado”… Agora sinto o bom que é ouvir “Queres ser minha madrinha?”. Agora vejo “os meus caloiros” a crescer e a ganharem asas…
Leiria é Leiria! Os amigos e as pessoas de Leira, a independência, a vida académica…”Leira: Cidade dos sonhos!”
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Para Ti...Melhor Amiga!
Por muitas coisas
-A profesora Mº José na primaria;
-Os jogos do "Mata" no 4ºano;
-Os bilhetinhos nas aulas;
-As gomas no Club Video a caminho de casa;
-A curta distância entre as nossas casas;
-Os Evanescense, Shakira, Britney...
-As aulas de Ed. Física em que não faziamos nada de jeito;
-As noitadas em casa uma da outra!
-Os espirros que a minha gata desencadeia em ti;
-As corridas de manhã;
-Os milhentos abraços, raspanetes, lágrimas, gargalhadas, parvoices, tolices, erros, vitórias que já partilhámos...
- Frases como "A banana está seca!" ou "A Manteiga está mole!";
-As sessões fotográficas...
-As sessões de estudo...
-Ávinho;
-Os filmes malucos nos teus anos;
-O desejo de sair de Aveiras;
-Os sonhos;
-O nascimento dos mues irmãos;
-A "partida" de pessoas que amamos;
-Leiria vs Tomar;
-...
Obrigado melhor amiga! Amo-te!
(Se eu me esquecer de algo importantes, podes dar sugestões :-p)
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Um Objectivo por Mês
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
As Coisas Mudam. Nós Também.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Emocional...Racional...
Quando as luzes já têm muita luz, os barulhos já fazem muito barulho, as pessoas já são uma multidão, é sinal que foi um dia verdadeiramente inesperado, confuso e esgotante. Nem sei muito bem porquê. Talvez só não me sinta satisfeita comigo mesma, e isso muda tudo. Tudo mesmo.
Não consigo fazer para o meu pensamento. Incomoda-me o simples facto de saber que estou a pensar. Porque a seguir ao pensar, vem quase sempre o sentir. E eu não quero sentir. Não agora. Sentir é uma espécie de prova de que somos humanos. Um indivíduo que não exprima qualquer tipo de emoção não é considerado humano, no verdadeiro sentido da palavra, pelo menos na sociedade em que me habituei a viver.
Não gosto de não sentir. Mas muitas vezes é necessário fazê-lo, por uma questão de sobrevivência emocional. Fui-me treinando no que toca á resistência emocional, e nos últimos tempos tenho feito alguns progressos, mas ainda tenho de percorrer muito até chegar á perfeição, se é que ela existe. No fundo, trata-se de sentir somente quando é estritamente necessário e completamente inevitável. Todos os outros momentos devem primar pelo controlo e pela consciencialização de que uma emoção demasiadamente exagerada, colocará em causa a minha, tão prezada, protecção emocional, por assim dizer.
Consciencialização é mesmo o acto mais importante. Consciencialização do que sinto, do que sou, do que quero, da realidade que me envolve… Consciencialização de que preciso de me salvaguardar, mais do que salvaguardar tudo o resto.
Não fujo nem me escondo. Enfrento sempre que necessário, mas para o fazer não preciso de exercer a minha veia sentimentalista. Nunca saberei se estarei a agir do modo correcto, mas entre o sentimentalista e o racional, o racional sempre. Porque este continua a sentir, mas nos momentos apropriados, e o sentimentalista, com o decorrer do tempo, deixará de utilizar a razão.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Segundos...
Por vezes assustas-me. Faz-me lutar por algo que, sei, já perdi. Fazes-me sonhar por um pesadelo. Fazes-me voltar a trás, no caminho para o futuro. Por vezes sinto-me verdadeiramente envolvida. Perdida nos quilómetros em que navego, somente para chegar até ti. Apenas porque sei que te encontrarei no fim, mesmo que tudo não dure mais do que escassos segundos. Os segundos em que o mundo se encaixa todo no teu olhar, nas tuas mãos, na tua voz. Os segundos que alteram o meu rumo, mesmo que sejam apenas segundos. Banais, simples, únicos, valiosos segundos, em que o meu mundo é um local mágico e especial. Segundos antecipados por ansiedade, vividos de forma fugaz, seguidos de melancolia.
Não me importo. Nunca me importei. Não me importarei.
Existem alturas em que a estabilidade e a serenidade perdem a batalha. Existem momentos, mesmo que sejam segundos, que me fazem feliz durante meses, anos talvez. Apenas por recordá-los, apenas porque um dia existiram.
Viver não é existir. É saber existir.
E que não me digam que todo este sentimento é a minha veia de sonhadora a falar. Que é a felicidade, se não um conjunto de segundos como estes? Que é a felicidade, se não uma construção permanente, em tudo o que viemos e sentimos? Que é a felicidade, se não um coração cheio de coisas banais, simples, únicas, que se tornam especiais e com valor, por serem assim mesmo?
Não é nada. É uma procura constante, um desassossego inseguro que não sabe mais o que deseja.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Um Objectivo por Mês
quarta-feira, 29 de julho de 2009
"A Estrada Não Trilhada"
Mas, sendo um só, só um caminho eu tomaria.
Assim, por longo tempo eu ali me detive,
E um deles observei até um longe declive
No qual, dobrando, desaparecia...
Porém tomei o outro, igualmente viável,
E tendo mesmo um atractivo especial,
Pois mais ramos possuía e talvez mais capim,
Embora, quanto a isso, o caminhar, no fim,
Os tivesse marcado por igual.
E ambos, nessa manhã, jaziam recobertos
De folhas que nenhum pisar enegrecera.
O primeiro deixei, oh, para um outro dia!
E, intuindo que um caminho outro caminho gera,
Duvidei se algum dia eu voltaria.
Isto eu hei-de contar mais tarde, num suspiro,
Nalgum tempo ou lugar desta jornada extensa:
A estrada divergiu naquele bosque – e eu
Segui pela que mais ínvia me pareceu,
E foi o que fez toda a diferença."
domingo, 26 de julho de 2009
Serás tu!
sábado, 25 de julho de 2009
Hey!
Resultado: confusão, incerteza, consciencialização, medo, conclusões, precipitações, cansaço, recuos…
Hey…vocês aí dentro…podem parar por favor? Obrigadinha!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Um Objectivo por Mês
sábado, 27 de junho de 2009
Papel de Dono
sexta-feira, 26 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Eu Não Sabia
Durante os últimos meses, os regressos e o “matar as saudades” foram diminuindo ao longo do tempo. Fui sentindo cada vez menos a falta de algumas coisas, fui deixando de procurar outras, mesmo que de forma inconsciente. As semanas foram passando e as mensagens, telefonemas, comentários no hi5 foram surgindo cada vez menos…apesar de ressentida, não dei muita importância, afinal era uma época de trabalho, com escassez de tempo, não só para mim, mas também para todos os outros.
Nos momentos em que a minha presença se notava por aqui, as diferenças também começaram a surgir: já não era chamada, informada ou desejada…sentia-o. Mas a minha realidade não era predominantemente esta, e eu fui deixando como que “para trás” todos os sentimentos de rejeição, desilusão, angústia ou exclusão. Mas não percebi que, no fundo, estava a deixar de lutar, que era como se estivesse a desistir daquilo que para mim era mais estável, mais seguro, mais certo. Os amigos de sempre, os lugares de há anos, os espaços que guardavam histórias inacabadas, as tardes simples, os jantares, as festas, as surpresas, os programas…tudo estava a deixar de fazer parte do meu dia – a – dia, e eu, mesmo que no momento imediato não tenha tido consciência disso, desisti. Desisti como alguém que não quer, que não ama, que está bem e feliz com o que acontece.
E como desisti…perdi. Mas eu não sabia que ia ser assim. Eu não sabia que tanta coisa ia mudar. Eu não sabia que iria sentir desta forma.
domingo, 21 de junho de 2009
"E a Sonhar...Devoramos o Mundo..."

Por vezes não chega a ser um pensamento nem um desejo. Passa dum impulso á acção, acção esta que nunca mais termina. Depois entro num “balançar”, entre passos em frente, condicionados por uma vontade de descoberta e conhecimento, e recuos, devido á insegurança e àquela ideia de que “quanto mais se sobre, maior é a queda”!
Sonho tanto, quero tanto, empenho-me tanto, procuro tanto…que existem momentos que somente a ideia de tudo cair a qualquer momento é o suficiente para meter insegurança em tudo. E o medo sempre foi, e será, o meu pior inimigo. Luto contra esse inimigo com o tal poder sonhador, e com uma enorme teimosia, aquela com a qual a minha mãe lutou durante toda a minha infância.
Sim, eu sei que na maioria das vezes voo mais do que aquilo que as minhas asas podem suportar, que quero demasiado, e que mesmo quando já tenho quase tudo…quero mais qualquer coisita… sei também que as minhas frustrações, ou desilusões, ou incertezas, são fruto deste “sonhar em demasia”, mas…tudo o que fiz, tudo o que consegui, tudo o que tenho, nasceu assim…a sonhar. E eu não sei viver sem sonhar.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
"Angel"
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Palvras para quê?
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Menos
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Bem - Guardado!
terça-feira, 12 de maio de 2009
Posso?
domingo, 3 de maio de 2009
Vida Universitária
1. Não importa a que horas é a primeira aula, vais dormir durante ela;
2. Vais mudar completamente e nem vais notar;
3. Podes amar várias pessoas de maneiras diferentes;
4. Estudantes Universitários também mandam aviões de papel durante as aulas;
5. Só vais conhecer alguns dos professores no dia do exame;
6. Cada relógio do prédio tem uma hora diferente;
7. Se eras inteligente no secundário... a inteligência deve ter ficado por lá;
8. Não importa tudo o que prometeste quando passaste no exame, vais às festas da faculdade, mesmo que sejam na noite anterior a prova final;
9. Podes saber a matéria toda e a prova correr-te mal;
10. Podes não saber nada da matéria e tirar dez;
11. A tua casa é o ultimo lugar para visitar;
12. A maior parte do conhecimento que adquires é fora das aulas;
13. Se nunca bebeste, vais beber;
14. Se nunca fumaste, vais fumar;
15. Se nunca "fodeste", vais "foder";
16. Se não fizeres nada disto durante a faculdade, não o farás nunca mais na vida, a não ser que andes de novo na faculdade;
17. Vais tornar-te numa daquelas pessoas que os teus pais te dizem para não conhecer;
18. Psicologia é na verdade Biologia;
19. Biologia é na verdade Química;
20. Química é na verdade Física;
21. Física é na verdade Matemática;
22. Matemática continua a ser uma "merda";
22. Ou seja: mesmo depois de tantos anos de estudo, não vais saber nada e vais acabar o curso a pensar que não estás preparado;
23. Vais descobrir que depressão, solidão e tristeza não são coisas de quem não tem nada para fazer;
24. Vais prometer sempre que no próximo semestre estudas mais, prestas mais atenção as aulas e vais a menos festas, mas vai acontecer sempre o contrário;
25. Ter um zero é perfeitamente normal;
26. As únicas coisas que compensam na faculdade são os amigos que vais fazer;
27. Não veras a hora de terminar a faculdade;
28. E quando acabar, perceberás que foi a melhor época de toda a tua vida.
OS SINAIS DE QUE JÁ NÃO ESTÁS NA FACULDADE:
1. Fazer sexo numa cama de solteiro é um absurdo;
2. Há mais comida do que cerveja no frigorifico;
3. 6:00 da manhã e a hora a que acordas, e não a hora a que vais dormir;
4. Ouves a tua música preferida num elevador;
5. Andas c/ guarda-chuva e dás uma maior importância à previsão do tempo;
6. Os teus amigos casam-se e divorciam-se em vez de andarem e acabarem;
7. As tuas férias passam de 130 para 26 dias por ano;
8. Calças de ganga e sweet não são consideradas roupa;
9. Chamas a polícia porque o jovem vizinho não sabe como baixar o som;
10. Deixas de saber a que horas os snack-bares fecham;
11. Dormir no sofa dá-te uma "puta" de dor nas costas;
12. Nunca mais dormiste do meio-dia às 6h da tarde durante a semana;
13. Vais à farmácia comprar um remédio para a dor de cabeça e anti-ácidos em vez de preservativos e testes de gravidez;
14. Tomas o pequeno-almoco a hora própria;
15. Mais de 90% do tempo que passas em frente ao computador estas a trabalhar;
16. Não bebes sozinho em casa, antes de sair, para economizar dinheiro p/a noitada;
O TEMPO PASSA DEPRESSA DEMAIS!!!
sábado, 18 de abril de 2009
Caracóis...

segunda-feira, 13 de abril de 2009
Amizade
.jpg)
.jpg)
.jpg)
Mas nada disso importa...nem as parvoíces que fazemos, nem o que ainda está para vir.

quarta-feira, 8 de abril de 2009
Palavs para quê?
1º- Pintar as unhas;
2º - Estar sentada á varanda a ver as vistas lá em baixo;
3º- Comer bolachas Maria;
4º - Ouvir música...
5º - Etc, etc...
Mas o mais importante...
1º - Sentir que gostam de nós;
4º - Rir mesmo com vontade...
5º - Etc, etc...
E por fim...
"Hoje deste-me muito. Obrigada amiga. <3"
domingo, 5 de abril de 2009
Paulo Salvado
sábado, 4 de abril de 2009
Liberdade: uma essência?
A minha liberdade é a essência da minha vida. Liberdade interior e nada mais. Não finjo uma rebeldia nem uma alegria, não procuro o que nunca encontrarei, não sorrio apenas para parecer bem nem concordo com as grandes massas. Sou eu. Um Eu melancólico e sofrido, um Eu que sabe exactamente o que quer: simplesmente viver.
Não tenho medo, tenho as vossas vidas dentro de mim e isso basta para estar feliz.