sábado, 25 de dezembro de 2010

Serei?

Um nó que aperta. Na garganta, no estômago, no peito…na alma. Um nó que me absorve, que me faz ouvir gritos mudos, sentir puxões lentos…Um nó que me veio lembrar, uma vez mais, como o meu amor é egoísta.
O amor mais forte, mais avassalador, mais exigente, mais, muito mais, vivido…o amor na sua essência, que transpira por todos os meus poros. Esse amor, maior que todos os outros, é egoísta. É completamente cobarde.
Egoísmo e cobardia assumidos, aceites, concretizados.
E…que espécie de ser serei eu? Se faço do maior amor que alguma vez senti (e sinto!) egoísta e cobarde? Será, certamente, esta a minha forma de amar? Será?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O que acontece quando não somos a prioridade de ninguém?

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Não Faz Mal

Faz de conta que não faz mal.
A falta de compreensão, de disponibilidade, de tempo, de calma…o acumular de trabalho, o cansaço que cresce um bocadinho a cada minuto, a desarrumação mental…faz de conta que nada faz mal.
Há momentos em que ter limites não é permitido, porque a vida não vai parar até a capacidade de suporte voltar. Nem a vida, nem as pessoas, os lugares ou os momentos. Nada espera até que sejamos de novo capazes…tens de ser, aqui e agora, mesmo que cada novo passo te deixe mais fraco.
Mas faz, sempre, de conta que não faz mal.
E mesmo que todos os dias se tornem, verdadeiramente, insuportáveis…não faz mal. O amanhã será sempre um bocadinho pior.

domingo, 21 de novembro de 2010

Pust...

Decidi deixar de lançar "Um Objectivo Por Mês". Há alturas em que, mais prioritário do que definir objectivos, é mesmo viver. Esta é uma altura dessas.

sábado, 23 de outubro de 2010

Vim só dizer que te AMO.

Porque acolhes sempre CADA bocadinho da minha vida.

Porque, todos os dias, momento a MOMENTO...

As palavras, os sorrisos, os gestos...tudo é mais NOSSO.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O chão foge. Foge som a pressa de um comboio. Foge, cego e surdo. Foge enquanto eu corro desesperadamente para o apanhar. E, mesmo sabendo que nunca conseguirei ficar em igualdade, continuo a correr.
É uma corrida contra o tempo. É quase como querer continuar a combater numa batalha que há muito, não sei bem definir quando, foi perdida. Sem qualquer hipótese.
Há batalhas para as quais não existem segundas oportunidades. Talvez nem primeiras. São apenas batalhas, em que combater não é uma opção, é uma necessidade.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Um Objectivo Por Mês

Objectivo (Outubro): Não serão os meus fracassos a definir-me.