Obrigada por me valorizares tanto.
Obrigada pela paciência, infindável.
Obrigada por cada abraço, cada colo.
Obrigada pela partilha, pela amizade, pela confiança, pela reciprocidade.
Obrigada por me fazeres sorrir.
Mas também por me ajudares a chorar.
Obrigada por respeitares o meu ritmo.
Mas também por invadires, por não te calares, por não parares.
Obrigada por me fazeres acreditar que vale a pena.
Obrigada por me olhares, e me veres realmente.
Obrigada por me fazeres sentir, sempre, a pessoa mais amada e acarinhada do mundo.
Obrigada por seres um ser tão autêntico e verdadeiro.
Obrigada por aceitares ser o “meu Anjo”, com tudo o que isso acarreta.
Obrigada por gostares assim de mim.
terça-feira, 13 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Não gosto mesmo!
Nunca fui uma pessoa muito exigente. Talvez coloque exigência em algumas coisas específicas do meu dia – a – dia, principalmente no que diz respeito á forma como estabeleço relações com os outros, mas não sou, de todo, exigente com aquilo que a vida sempre me deu, e me dá.
Não sou assim. Acho que me fui habituando, não a contentar-me com pouco, mas a estar feliz com aquilo que tinha e fazia. Apesar da maioria das coisas não terem sido fáceis, eu consegui sempre, eu cheguei sempre onde queria, eu tive sempre alguém comigo, eu senti sempre amor, eu sorri sempre, eu lutei sempre, eu sonhei sempre…Eu não desperdicei nenhuma oportunidade para fazer mais alguma coisa, para chegar mais longe…
Agora…as coisas continuam a não ser fáceis, mas eu continuo a sentir-me feliz. Continuo a ter amor, a sorrir e a sonhar, continuo a lutar para conseguir chegar onde quero…Algumas coisas melhoraram até nos últimos tempos. Mas agora tenho vontade de ser exigente. Não comigo, não com os outros. Ser exigente para com a vida. Por mais arrogante, desajustada, e tudo o resto que essa atitude possa parecer. Sinto-me desiludida com ela (a vida), sinto-me até revoltada e com mil e uma questões sem resposta.
Estou-me a tornar assim, e não gosto. E olhem que estou a lutar muito contra este sentimento!
terça-feira, 6 de abril de 2010
Um Objectivo por Mês
Vou reformular o meu objectivo de Abril. Não que aquele que publiquei não faça sentido, mas, como todos os dias existem novos acontecimentos, novos momentos, novos dados..agora fará mais sentido um novo objectivo.
Objectivo (Abril): Um dia de cada vez. Aproveitar o presente, em cada bocadinho.
Objectivo (Abril): Um dia de cada vez. Aproveitar o presente, em cada bocadinho.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Nada
Às vezes os dias são mesmo compridos. Às vezes morremos um bocadinho em cada dia. Às vezes os dias são mesmo uma grande merda.
Fazem-te acreditar em realidades que nunca serão verdade. Lutas desnecessariamente durante tempos sem fim, para depois tudo terminar com uma só palavra, com um só gesto… De nada serviu o que fizeste. E percebes isso da forma mais fria, mais dolorosa, mais cruel. Tentas encontrar respostas, mas a tua mente nem consegue fazer as perguntas. Tentas fugir, mas o teu corpo nem força tem para se mover. Tentas perceber o que está a acontecer, mas nem consegues ter um momento de coerência. Tentas desligar-te do mundo, mas ninguém se cala, ninguém sai. Tentas imaginar que não sentes nada, mas está ali, á tua frente, a prova do que sentes. Não podes fugir. Tens de ser tu a falar, tens de ser tu a decidir, tens de ser tu a fazer as perguntas, tens de ser tu a ouvir as respostas, tens de ser tu a andar, a sair e a ser educada. Tens de ser tu a conter as lágrimas e os gritos. Tens de ser tu a acalmar, a dar colo e a atenuar a dor, quando é a ti que mais te dói, quando és quem mais precisa de colo e de ser acalmada. Mas tens de ser tu.
Adormeces e acordas, entre a verdade e a imaginação, entre o medo e a dor, entre as pessoas e os objectos…para no fim voltar tudo ao mesmo. Não adianta nada do que tentas fazer, não adianta nada do que possas sentir, não adianta nada.
sábado, 3 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Um Objectivo por Mês
Objectivo (Abril): Fora o stress, a irritabilidade, a pressa e o drama! Sê paciente. Calma e tranquila.
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